terça-feira, 1 de maio de 2012

Dia do Trabalho: CLT não foi feita para o trabalho intelectual



Desde a sua criação, em 1º de maio de 1943, a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) foi responsável por grandes mudanças na esfera trabalhista nacional. Contudo, de lá para cá, muita coisa mudou e as leis que antes se adequavam perfeitamente as necessidades dos trabalhadores já não se mostram ser tão perfeitas assim.
Se você duvida disto, basta consultar a opinião dos profissionais  que realizam trabalhos de natureza intelectual ou que prestam serviços, por exemplo. “A CLT não foi feita para o trabalho intelectual, mas sim para atender as necessidades dos trabalhadores da indústria”, assegura a advogada trabalhista e sócia do escritório Benhame Sociedade de Advogados, Maria Lúcia Benhame.
Segundo ela, quando o decreto foi assinado, há 69 anos atrás, a indústria tinha um papel muito importante no País e, por isso, tal documento se mostrou tão fundamental, sendo importante ainda nos dias de hoje.
“Ainda que a indústria tenha mudado muito em termos tecnológicos, o trabalho executado pelos profissionais da área mudou pouco, permitindo o atual emprego da CLT sem maiores problemas”, explica Maria Lúcia.
O problema: A questão, no entanto, é que tal adequação não costuma se repetir quando o assunto diz respeito aos trabalhos intelectuais e aos serviços, por exemplo.
“O trabalho intelectual trouxe uma série de mudanças para o mercado por se tratar se algo que envolve conhecimento. Este é um trabalho que não pode ser comparado ao executado pelos profissionais da indústria”, argumenta Maria Lúcia.
Segundo ela, esse tipo de trabalho não deveria ser medido pelo tempo como propõe a CLT, mas sim pela produtividade. “A CLT está desatualizada. Não podemos medir uma jornada desta categoria pelo tempo, afinal, existem trabalhos mais complexos de serem executados e que não são possíveis de se mensurar”, explica.
Para ilustrar a questão, a advogada cita como exemplo, o fato de que uma ideia pode surgir a qualquer momento, até mesmo durante o lazer. “A solução de um problema pode aparecer quando o profissional estiver fora do trabalho. E então, como fica? Isso significará que ele está trabalhando?”, diz.
Precisa mudar: E é por essas e outras questões que a CLT deveria mudar. “A principal questão vem em torno da necessidade defendida por alguns de modernização das leis brasileiras para que estas possam acompanhar a realidade mundial de globalização e, principalmente da concorrência mundial”, diz a advogada trabalhista e previdenciária do Cenofisco (Centro de Orientação Fiscal), Rosania de Lima Costa.
Segundo ela, é necessário que haja uma mudança de paradigma. Ou seja, que os trabalhadores sejam olhados com outros olhos. “A organização e o trabalhador precisam se abrir para as mudanças e, para isso, uma confiança mútua precisa ser gerada para concluir a negociação de alguns direitos”, sugere Rosania.
Atualização necessária: Hoje, o Projeto de Lei 5.483/2001, atualmente em tramitação no Senado, prevê a flexibilização da legislação trabalhista para que alguns direitos possam ser negociados. “Trata-se de uma tentativa de adequar a CLT às mudanças do século XXI”, diz a advogada do Cenofisco.
De acordo com ela, as discussões apresentadas pela proposta abordam a flexibilização da jornada de trabalho, bem como as consequências na relação de emprego e a possibilidade (ou não) de deixar o trabalhador sem tutela.

Fonte: InfoMoney

sábado, 21 de abril de 2012

E se a Capital do Brasil ainda fosse o Rio de Janeiro?





O Lula já estaria com muita gente protestando na sua porta.” Essa foi a primeira idéia que veio à cabeça do cientista político Carlos Novaes ao pensar no cenário do Rio de Janeiro como sede do atual governo. De fato, se a capital ainda estivesse à beira-mar, a pressão popular sobre as decisões do governo federal seria muito maior do que se vê em Brasília. O adensamento urbano carioca possibilitaria a reunião de grandes massas em movimentos reivindicatórios. Basta dizer que no Rio vivem hoje cerca de 4 600 habitantes por quilômetro quadrado. Em Brasília, o número cai para 350.
E esse contingente seria bem maior se a Cidade Maravilhosa ainda abrigasse a administração federal. De 1960, ano da transferência da capital, a 2000, data do último censo, a população carioca foi a que menos cresceu entre as capitais. Não se pode afirmar que o Rio acompanharia o ritmo de crescimento de São Paulo, nem que receberia os migrantes que povoaram Brasília. Afinal, a capital paulista passou por uma explosão demográfica incomum, motivada pela industrialização, e o novo Distrito Federal nasceu do nada, atraindo muita gente interessada na sua construção. Mas pode-se dizer que a mudança da capital estimulou dois tipos de movimento, que contribuíram para o esvaziamento do Rio: imigrantes passaram a preferir destinos como São Paulo e Brasília, em vez da antiga capital, e antigos moradores emigraram, alguns envolvidos com a burocracia federal, outros pela queda da qualidade de vida na cidade.
De fato, a perda do status de capital levou consigo o dinheiro ligado à presença da burocracia, gerando um empobrecimento da cidade, que culminaria, ao longo dos anos, no crescimento da informalidade e na escalada da violência. Segundo o sociólogo Luís Antônio de Souza, do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, a presença do poder público federal poderia ter evitado muitas das agruras sofridas pelos cariocas nos últimos 40 anos. “Poderia haver maior controle sobre o tráfico de drogas e armas, com a presença dos Três Poderes”. Souza não descarta, entretanto, um outro panorama, muito mais pessimista. Como capital, o Rio receberia um fluxo maior de imigrantes, veria crescer ainda mais as favelas e subúrbios e as áreas mais ricas e seguras se isolariam definitivamente. “Nesse caso, a cidade seria ainda mais violenta.”
Ao mesmo tempo em que o Rio de Janeiro se esvaziava, Brasília crescia, baseada em vultosos empréstimos externos e financiamento inflacionário. Calcula-se que a construção do novo Distrito Federal tenha custado de 2% a 3% do PIB, ao longo dos quatro anos de obras. Em valores atuais, isso representaria um investimento de 6 a 10 bilhões de reais por ano, valor semelhante ao Orçamento anual da cidade do Rio, calculado em 8 bilhões de reais para 2003. Ou seja, sem Brasília, nossa dívida externa com certeza seria menor e, conseqüentemente, os juros, hoje, seriam menores.
Mas a construção de Brasília teve outras conseqüências, além de onerar as contas públicas. Primeiro, estimulou o povoamento de algumas regiões do Centro-Oeste, principalmente no entorno da nova cidade e ao longo das rodovias construídas para ligar a capital ao resto do país. Sem esse impulso, o interior do país ainda seria uma espécie de faroeste, uma terra meio sem lei, isolada por milhares de quilômetros do centro de poder. Além disso, a mudança da capital pariu uma classe profissional que se nutriu não só de muito dinheiro, mas de poder para interferir na vida política brasileira: os empreiteiros. “Houve muita promiscuidade no trato com esse tipo de empresário”, afirma Maria Victoria Benevides, cientista política.
Brasília, no entanto, não gerou apenas problemas políticos e econômicos. No Planalto Central nasceram, a partir dos anos 80, algumas das principais bandas do rock brasileiro. Segundo o crítico Arthur Dapieve, “a porção mais politicamente engajada do nosso rock nasceu ali”. E não foi por acaso. A proximidade do poder, o contato com culturas estrangeiras por meio de filhos de embaixadores e o fato de a maioria dos roqueiros brasilienses ter pais ligados ao funcionalismo público são algumas razões para o surgimento desse movimento no Distrito Federal. Sem isso, adeus aos versos de Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial e Raimundos.

FONTE: Site da Revista SUPER

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012


Previdência Social quer terminar 2012 com cobertura de 70,5% dos trabalhadores brasileiros



A Previdência Social quer terminar o ano com uma cobertura de 70,5% dos trabalhadores. Atualmente a abrangência chega a 67%. Essa é uma das metas do Plano Estratégico da Previdência Social (2012-2015). Segundo o secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, o objetivo é alcançar uma cobertura previdenciária de 77% dos trabalhadores até 2015, o vai significar a inclusão de 16 milhões de pessoas.

“Estamos trabalhando em um grande plano de inclusão previdenciária para diversos públicos onde há uma baixa cobertura previdenciária. Estamos falando de trabalhadores rurais, pessoas com deficiência, empreendedores individuais, cooperativados, donas de casa de baixa renda, trabalhadoras domésticas, população coberta pelo Bolsa Família”, disse o secretário.

Rolim disse ainda que, desde 2009, o Ministério da Previdência Social começou a fazer mudanças nas regras de inclusão na Previdência de alguns grupos, como foi o caso do microempreendedor individual.

“Entre os trabalhadores que estão na informalidade, 11 milhões eram empreendedores individuais e nós já conseguimos trazer 2 milhões. Outro público muito importante são as donas de casa de baixa renda [que em sua maioria não têm cobertura previdenciária].”

O plano foi apresentado na semana passada ao Conselho Nacional de Previdência Social.

Fonte: Agência Brasil
Escrito por: Roberta Lopes
Água Fria


O momento não poderia ser pior. Às vésperas do feriado mais barulhento do Brasil, o Carnaval, saiu um estudo revelador. A indústria brasileira poderá perder até R$ 44,9 bilhões neste ano com feriados nacionais e estaduais.


Estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que essa cifra é 21% maior do que as perdas estimadas para o ano passado. Isso significa dizer que a economia brasileira pode deixar de produzir até 4,4% do seu PIB industrial.

“A paralisação excessiva da atividade econômica gerada pelo excesso de feriados será ainda maior em 2012 porque muitos feriados ocorrerão nas terças e quintas-feiras, originando pontos facultativos ou a prática costumeira de ‘enforcamentos’. É o caso do Dia do Trabalho (1º de maio, terça), além de Corpus Christi (23 de junho) e Proclamação da República (15 de novembro), ambos programados para uma quinta-feira. Os feriados da Independência do Brasil (7 de setembro), Nossa Sra. Aparecida (12 de outubro) e Finados (2 de novembro) caem todos em uma sexta-feira”, informa a Firjan.

Os estados mais industrializados são também os de maiores perdas em termos absolutos. Em São Paulo a conta chega a R$ 14,6 bilhões e, no Rio de Janeiro, a R$ 5,04 bilhões. Minas Gerais deixará de produzir até R$ 3,6 bilhões e Rio Grande do Sul, R$ 2,9 bilhões.

Uma solução para reduzir os custos da paralisação, segundo o estudo da Firjan, é adiantar para as segundas-feiras os feriados que caírem nos demais dias da semana – o que está previsto no projeto de Lei federal nº 2.257 de 2011, com exceção dos feriados de Confraternização Universal (1º de janeiro), Independência (7 de setembro) e Natal (25 de dezembro).


Fonte: Valor Econômico
Escrito por: Angela Bittencourt

sábado, 18 de fevereiro de 2012


5 atitudes que podem definir sua trajetória profissional




São Paulo – Você é o único que pode controlar sua carreira. Não espere que os outros definam em qual cargo você estará no futuro. Sentir-se acomodado é o primeiro sinal óbvio de que uma mudança é necessária no comportamento profissional.
Para José Augusto Minarelli, diretor presidente da Lens & Minarelli, ter uma atitude positiva no trabalho é fundamental para ter êxito. “O profissional que deseja ter sucesso na carreira ou no seu empreendimento tem que prestar um bom serviço para ter prestígio”, afirma.
“É preciso ter coragem para errar. Há quem tenha muita vontade de fazer, mas não tenha coragem para arriscar. Lembre-se que os grandes profissionais já erraram muito”, explica Orlando Pavani, diretor de relações institucionais e conhecimento da Gauss Consulting Group.
Confira cinco atitudes que os especialistas consideram ser importantes para se ter uma carreira de sucesso.
1 - Ter iniciativa
Pode se dizer que aquele profissional que só age quando recebe ordens já está ultrapassado. O atual contexto das empresas exige pessoas que tenham uma espécie de perfil empreendedor. Em outras palavras, que estejam dispostas a desbravar novas tarefas – sem que isso seja pedido pela chefia. Essa postura deve se tornar um hábito ao ponto que você quase não precise mais de chefe.
2 - Ser colaborativo
Oferecer ajuda aos colegas de trabalho e trabalhar em equipe são atitudes que trazem benefícios tanto para você quanto para empresa. O feedback também é essencial, pergunte às pessoas com que trabalha, como você pode melhorar e não fique abalado com as críticas.       
3 - Ter disciplina
Você pode se dizer competente e motivado, mas nada adianta se não terminar todas as tarefas que propôs começar. Por isso, neste início do ano, foque em mudanças na sua rotina para ser um profissional altamente produtivo.
4 - Ser “elástico”
Para Pavani, o profissional que é aberto e “acessa” assuntos ou temas diferentes consegue ter uma visão mais ampla na hora de resolver um problema. “Eu preciso acessar o contraditório e não concordar”, explica.
5- Prepare-se para o futuro


Invista em você e mantenha-se atualizado. Para os especialistas, é preciso participar de congressos, fazer cursos, por mais que tenha tido uma boa formação. Dessa maneira o profissional  saberá que tipo de concorrente tem no mercado de trabalho e as oportunidades que o cercam.
                   Fonte: INFO Online

sábado, 5 de novembro de 2011


Seja o CEO da sua carreira

domingo, 23 de outubro de 2011


Os empregos que podem salvar o mundo

20/10/2011
Saiba quais são os 9 profissionais que podem garantir boa qualidade de vida e salvar o mundo

(Crédito: Lenetstan / Shutterstock.com)




Algumas profissões, além de ajudar as pessoas, proporcionam satisfação pessoal e a sensação de dever cumprido. Profissionais que cuidam do meio ambiente ou que procuram melhorar a qualidade de vida da sociedade estão em ascensão e são consideradas as "profissões do futuro" porque podem garantir a manutenção da ordem e da estabilidade social e ambiental.

 1. Coordenador de uma ONG Desenvolver programas e supervisionar os voluntários além de gratificante pode ajudar muitas pessoas  

2. Nutricionista Os nutricionistas são os profissionais que orientam as pessoas a terem uma alimentação saudável, para evitar obesidade, ataques cardíacos e outros problemas de saúde.  

3. Assistente social Oferece assistência e recursos para pessoas que sofrem com problemas emocionais e sociais como violência doméstica, deficiência ou abuso de substâncias químicas.

  4. Administrador de casos médicos Para agilizar o atendimento a idosos em postos de saúde, esses profissionais entrevistam os pacientes, os ajudam com exames e receitas médicas e monitoram a medicação e o progresso do paciente.  

5. Engenheiro ambiental São os responsáveis por criar soluções para problemas como a poluição de ar, eliminação de resíduos e outros problemas ambientais.

  6. Diretor de Enfermagem É um cargo importante porque é o elo fundamental entre administradoresenfermeiros e médicos. O trabalho deles pode melhorar o atendimento nos postos de saúde e hospitais  

7. Consultor de RH Além ajudar as empresas a implementar programas de treinamento, educação e desenvolvimento, os profissionais dessa área contribuem para o enriquecimento profissional de cada colaborador.

  8. Terapeutas Ocupacionais Auxiliam as pessoas no tratamento de deficiência, lesões ou traumas por meio da integração de arte, música e esportes  

9. Gerente de processo ambiental Esses profissionais são os responsáveis por garantir a manutenção do ecossistema para futuras gerações. Além disso, fiscalizam projetos de construção para que estes estejam de acordo com as regulamentações ambientais.

  Fonte: Universia Brasil

sábado, 22 de outubro de 2011


O custo Brasil ataca o campo


Ele tira vantagem até de onde o país era campeão em competitividade: o agronegócio deixou de ter o custo mais barato de produção em algumas culturas


Colheitadeira em plantação de soja




São Paulo - O paranaense Ricardo Tomczyk, de 35 anos, é um dos 5 000 produtores de soja de Mato Grosso. Todo ano, após a colheita da safra, ele depara com um problema logístico para escoar a produção. Os grãos produzidos por Tomczyk percorrem 1 200 quilômetros de sua fazenda em Rondonópolis, no sudeste do estado, até chegar ao porto de Santos. Nos Estados Unidos, o principal competidor do Brasil no mercado de soja, a mesma carga viaja em média 150 quilômetros para ser embarcada. Não bastasse a distância mais curta, o meio usado é a ferrovia.                      
No setor de cana-de-açúcar, a elevação do custo de produção achatou a margem de lucro dos produtores nos últimos três anos. De 2005 a 2010, os custos para colher 1 tonelada de cana aumentaram 44% em dólares. Isso gerou problemas em série. Com rentabilidade menor, os plantadores deixaram de investir na renovação das mudas.
Franco calcula que serão necessários investimentos de 10 bilhões de reais para ocupar 2 milhões de hectares com novas mudas e revigorar o setor canavieiro. Por ora, não há sinal de retomada dos projetos.
No mercado externo, a queda da competitividade já causa recuo. Recentemente, o Brasil perdeu uma posição que havia conquistado em 2003: a liderança na exportação mundial de carne bovina. Com preço inferior e agressividade comercial, os americanos assumiram a ponta em julho deste ano.
Vantagem anulada
Abriram mercados que ficaram fechados por anos para eles devido a um surto de doença da vaca louca. O Brasil ainda não consegue convencer mercados como o do Japão de que tem um sistema sanitário seguro. E o custo de produção aqui não ajuda: subiu 60% acima da inflação desde o início do real.
Com isso, o ganho líquido, que era de 40% por arroba de boi na década de 70, caiu para 17% neste ano. A escalada dos fatores que compõem o custo Brasil aumentou a velocidade de queda nos últimos anos. “O custo está chegando perto do preço”, diz Maurício Nogueira, da consultoria Bigma.
Nesse quadro, vantagens naturais são quase anuladas. As florestas plantadas para a produção de celulose aqui, graças ao clima, crescem mais depressa do que nos países concorrentes. O solo permite o plantio de 80% mais árvores numa mesma área. Mas os custos crescentes de logística e a carga de impostos vêm tirando a vantagem brasileira sobre o produto similar americano.
O custo de produção da celulose no Brasil já foi 29% menor do que nos Estados Unidos. Em três anos, os americanos praticamente igualaram o jogo. Uma vantagem que o produtor brasileiro mantém é o baixo preço da terra. Mas é uma condição com os dias contados.
“A valorização da terra é um processo sem volta”, diz Glauber Silveira, presidente da Associação dos Produtores de Soja. Mesmo em condição de igualdade crescente, o agronegócio brasileiro tem tudo para continuar a ser competitivo — desde que a praga do custo Brasil seja atacada com rapidez.

FONTE: Exame Online